Pré-venda do livro “Cássio, o Gigante do Corinthians” com fotos do associado Daniel Augusto Jr.

Ninguém. Ninguém será igual ao Cássio.

Ser o maior ídolo de um clube centenário, com incontáveis vitórias, títulos, glórias e craques, não é uma tarefa fácil. Mas, sim, para um gigante, que, como o próprio dicionário define, é um “homem imenso, de poderes sobrenaturais”. Hoje, 11 anos após sua chegada ao Corinthians e quase 700 jogos depois, seria tão imaginativo pensar que esse homem imenso, de 1,96m, tenha de fato poderes sobrenaturais?

Será puro acaso que aquele chute de Diego Souza tenha levemente esbarrado em suas mãos, selando o caminho de um dos maiores títulos da história do Corinthians? Ou foi mesmo sorte que o melhor jogador do Mundial de Clubes daquele ano tenha sido o Gigante? Os 32 pênaltis batidos contra Cássio e defendidos por ele foram fruto de uma coincidência? Seus 9 títulos, mais de 300 vitórias, as incontáveis defesas impressionantes, a liderança habitual, a idolatria, a história… Apenas sorte?

Não, talvez Cássio realmente tenha poderes sobrenaturais. Talvez não sejam aqueles dos filmes de super-heróis e fantasia. Mas por que não? Se um herói é um ser de imensa força, cativante, ídolo e que alcança resultados impressionantes mesmo na adversidade, por que não acreditar que Cássio é, sim, um super-herói?

Bom, é hora de manter os pés no chão. De preferência, na linha do gol, como vem sendo habitual no dia a dia de Cássio, nesses 11 anos de Corinthians. Contar sua história é contar a história do Timão, do Time do Povo, do Bando de Loucos, do Campeão dos Campeões.

E assim como a história desse gigantesco clube, a de Cássio é entusiasmante de contar. Ainda mais ao conhecermos os relatos de quem o acompanhou, sempre seguidos por frases como “Ninguém é maior que você”, dita pelo também craque Neto, ou “O maior da história do Corinthians”, como citou Ronaldo Giovanelli, ou quem sabe o agradecimento do treinador da Seleção, Tite, que disse “Graças a essas duas mãozinhas, eu estou aqui na Seleção”.

Relatos, depoimentos, momentos marcantes, imagens de vitórias, de títulos, de luta, garra, raça, história… Nada disso falta na vida de Cássio. E se algo faltar, mesmo após tanto tempo, fique tranquilo, ele conquistará. Porque Cássio é isso. Cássio é conquista. Cássio é história. Cássio é ídolo. E ninguém jamais será igual ao Cássio.

Um financiamento coletivo é uma forma de impulsionar um projeto e tirá-lo do papel através de metas alcançadas. Após isso, existe um prazo de fabricação e, por fim, o envio do produto até você. Neste caso, a plataforma escolhida para o financiamento foi a Kickante. Após o apoio, você será mantido informado por e-mail sobre o andamento do processo e contatado por nossa equipe para informar o nome a ser impresso no seu livro.

Para comprar o livro na pré-venda, basta acessar o link: https://www.kickante.com.br/pre-venda-coletiva/livro-cassio-o-gigante-do-corinthians-edicao-limitada-e-personalizada

Cássio, o maior ídolo da história do Corinthians. Você é o maior Cássio, ninguém é maior do que você! Ninguém! Pode juntar eu, Sócrates, Rivellino, quem quiser! Você é o maior ídolo da história do Corinthians. A gente deve a você! E a mais ninguém!”
Craque Neto

“Cássio é o maior goleiro da história do Corinthians.”
Celso Unzelte

“Ele é um dos melhores goleiros da história! Ele é fantástico pegando pênaltis, parece uma parede, é muito difícil a bola passar por ele.”
Tom Brady 

“Hoje ele (Cássio) ainda não vai ter noção da importância para a história do Corinthians, mas daqui 20 anos, quando olhar para seu passado, tenho certeza de que, assim como eu, vai se orgulhar da carreira.”

“Para mim ele é o melhor goleiro da história do Corinthians. Ele foi melhor do que eu. No jogo decisivo, no momento mais difícil, ele foi o cara.”
Ronaldo Giovanelli

“Ele é um goleiro dos grandes jogos. Raramente falha, menos ainda em jogos grandes ou decisivos. Para o time, é essencial ter essa segurança no gol”
Gilmar Rinaldi

“Cássio! Gigante Cássio no gol. O Cássio faz milagre!”
Galvão Bueno, na final do mundial

“Nós estávamos na seleção e o Cássio é um cara meio quieto, difícil de tirar um sorriso as vezes. Eu chamei ele, e ele veio rapidamente ao nosso encontro, no meio de outros atletas. Eu peguei as mãos dele e disse assim: Tão vendo aqui? Graças a essas duas mãozinhas que eu estou aqui na seleção!”

“Se não fossem as defesas contra o Moses e o Diego Souza, eu não estaria na seleção!
Tite

No Brasil, unanimidade sobre maior ídolo creio que exista apenas no Santos e no Flamengo. Nos demais gigantes do país, os torcedores se dividem. No Corinthians, por exemplo, muitos não substituem Luizinho, Rivellino, Basílio, Sócrates ou Marcelinho. Mas, sem dúvidas, Cássio já está na mesma prateleira dos citados e, merecidamente, é considerado o maior ídolo alvinegro por muitos corintianos, principalmente os mais jovens.

Milton Neves

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